Santa Clara de Assis

É quase impossível não apaixonar-se por Santa Clara, conhecendo-a. Neste ano, no mês de janeiro, concluí um curso sobre Espiritualidade Franciscana. Foram 540 horas/aula. Doze módulos distribuídos em quatro anos, sendo três semanas por ano, sempre no mês de janeiro.
Na última semana estudei as fontes relativas à Santa Clara e também à sua espiritualidade. Foi uma semana especial. Confesso que, mesmo sendo um franciscano, pouco ou quase nada conhecia sobre Santa Clara e, muito menos sobre a grande mulher que foi Clara.
Por isso, decidi escrever uma série de artigos apresentando-a aos leitores. (mais…)

Advento

Vinde, adoremos o Rei que vai chegar!
Com o primeiro domingo do Advento iniciamos um novo ano litúrgico. Cristo é o Eixo, a Luz que ilumina todo o Ano Litúrgico com Sua mensagem, Sua palavra e Sua vida. Parece lógico que os acontecimentos da vida de uma pessoa sejam apresentados a partir do seu nascimento, ou, antes até, a partir do momento em que sua vinda é aguardada.
Para os pagãos a palavra “Advento” significava a vinda do seu deus e, também, a vinda de um rei a uma cidade, ou o dia da coroação de um soberano. (mais…)

Solidão

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“Não há maior alegria do que estarmos junto de Deus, porque nos sentimos amados, valorizados e motivados a viver sem medo de tropeçar, pois Ele nos segura e, se cairmos, nos levanta”

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Programa sobre a morte.

Participação no programa Evangeliza Show com Padre Reginaldo Manzotti.

Noite de Lançamento do Livro.

Noite do lançamento oficial da segunda edição revisada e ampliada do Livro: Felicidade não se acha, se conquista, do poeta e escritor, Frei Maurício Solfa.
Pra, eu, Magali, o lançamento do Livro Felicidade não se acha, se conquista, começou no dia 17/08/2015, quando frei Maurício me presenteou (duplamente) com sua obra.
…Me dirigia para a oficina de oração e o encontrei na paróquia. Me chama e disse: Tenho um presente para você! E me deu um exemplar com uma linda dedicatória. Eu disse, duplamente? Claro. É que a reconsquista de uma vida feliz se tornara assunto de primeira grandeza em nossas orientações e partilhas para minha vida. (mais…)

Entrevista sobre Missões Capuchinhas.

Espiritualidade

Espiritualidade tem a ver com profundidade. É uma viagem para dentro de nós mesmos onde encontramos um núcleo virgem, uma terra fértil. O grande desafio da espiritualidade é o despojamento.
Praticar uma religião não é o principal meio para se ter espiritualidade, entendendo espiritualidade como profundidade e despojamento. Há pessoas que praticam uma religião, mas não têm espiritualidade. Outras, não praticam uma religião e têm espiritualidade. Também há pessoas que praticam uma religião e têm espiritualidade. A pessoa que procura aprofundar-se no conhecimento de si mesma, do seu “eu”, que busca a sua essência, absolutiza menos a sua religião, e, consequentemente está mais aberta ao diálogo, e consegue ver os sinais do Reino de Deus, também naquele que lhe é diferente e que não faz parte de sua experiência religiosa.
A espiritualidade é um modo de ser, um modo de viver. É uma experiência integral da vida. Não é fuga do mundo. É inserção no mundo, de outra forma, um novo jeito de ver o mundo e interagir com ele. É como o peixe na água, um modo de ser. É estar atento aos pequenos sinais do cotidiano, às pequenas delicadezas da vida. Segundo Simone Weil, a atenção é a forma mais pura de generosidade. A pessoa que vive uma espiritualidade mais profunda está inserida no tempo e irradia fragrâncias com o seu jeito de ser.
Falando sobre São Francisco, Hermógenes Harada diz o seguinte: “Todas as épocas e períodos da humanidade possuem suas superfícies e seus subterrâneos profundos. Francisco na Idade Média, não ficou na superfície, mas foi à raiz, ao centro energético de tudo, e aí captou todas as suas forças. Existe um perigo hoje: permanecermos apenas na superfície e não sermos capazes de captar as energias que brotam do subterrâneo da Idade Média e nem as energias que brotam do subterrâneo da nossa epocalidade”.
Espiritualidade é acolher o cotidiano na sua beleza e maravilha. Precisamos nos maravilhar, também, com as pequenas coisas, valorizar mais o que nos parece insignificante, ou então perderemos esta capacidade de percepção das belezas, principalmente das que nos cercam.
Espiritualidade tem a ver, também, com virtudes, qualidades do espírito: compaixão, cortesia, gratuidade…
Uma pessoa espiritualizada contagia outras com o seu jeito de ser: compassiva, cortês, e exala fragrâncias que vêm do mais profundo de seu ser.
Não existe uma idade específica para se iniciar uma caminhada para a espiritualidade. Algumas pessoas iniciam esta caminhada aos setenta anos. Outras, ainda na juventude, iniciam a travessia dos vales.
Podemos dizer que, ao buscarmos uma espiritualidade mais profunda, estaremos buscando alcançar a plenitude de nossa relação com Deus e com todas as coisas: com Deus, com a família, a comunidade, a natureza.Tenhamos certeza que podemos crescer no aprofundamento e crescer na espiritualidade, pois somos seres espirituais fazendo uma experiência material, como disse o teólogo Teilhard Chardin.
Para fazermos esta viagem para dentro de nós, às vezes, vamos precisar de ajuda de outras pessoas que já viveram a experiência. Pode ser um orientador espiritual.

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VI Congresso Vocacional

VI Congresso Vocacional

Congresso

O VI Congresso Vocacional da Província São Lourenço de Brindes, dos Freis Capuchinhos, realizou-se em Butiatuba, Almirante Tamandaré. Tivemos a abertura do Congresso no dia 10 de outubro com o almoço. E encerramento no dia 12, também com o almoço.

Estavam presentes os Agentes Vocacionais de todas as Paróquias onde os freis se fazem presentes, os freis responsáveis de acompanhar os SAVs, os aspirantes, os  participantes da Escola Vocacional e todos os pós-noviços.

Na primeira parte do Congresso,  estudamos quatro temas: 1) Família e Vocação – “Eu e minha casa serviremos ao Senhor; 2) A Vocação de Francisco e sua Família – Resistência da família diante do chamado de Deus; 3) Família e Vocação – A missão evangelizadora da família; 4) Identidade e Missão do Agente de Animação Vocacional – Despertando para a corresponsabilidade vocacional.

Os estudos seguiram a seguinte metodologia: exposição do tema, feita por um frei, estudos em grupo e plenária no grande grupo. A metodologia propiciou a aquisição de conhecimentos e apropriação dos mesmos por cada participante.

Frei Marco Antonio, Coordenador do Centro Vocacional, apresentou-nos  a Estrutura do SAV Provincial, a Organização dos Trabalhos, as Etapas do Processo Formativo, e fez uma  retrospectiva dos trabalhos realizados nos últimos três anos. Apresentou-nos, também, o investimento financeiro anual, com cada formando.

Na noite do dia 11/10, tivemos um momento de confraternização. Foi uma vivência fantástica, com muita diversão, alegria, animação e revelação. Muitas pessoas revelaram-se ótimas dançarinas.

Iniciamos o dia 12/10 com uma meditação conduzida por Frei Rivaldo, e um momento de retiro que foi muito bem aproveitado por todos os participantes. O silêncio pessoal foi vivenciado por todos.  Frei Claudio Sérgio de Abreu, Ministro Provincial, fez uma fala e Frei Marco Antonio concluiu os trabalhos na sala de palestras, com uma reflexão motivacional e agradecimentos.

Na capela da casa, participamos da missa, presidida por Frei Marco Antônio, e logo   seguimos para o almoço.

Concluindo: o VI Congresso Vocacional foi um evento de muita beleza! Foram momentos em que pudemos angariar conhecimentos, momentos de confraternização, formação, oração e animação. Com certeza, de grande valia, pois recarregamos as nossas baterias. Reafirmou nossa identidade de Agentes Vocacionais fraternos, alegres, orantes e anunciadores da paz e do bem. Também, apresenta-nos um novo desafio : a servirmos com o objetivo de criarmos uma cultura vocacional. E com este pensamento, ir em busca de, no mínimo, dois vocacionados para a vida capuchinha, por ano, em cada paróquia onde nos fizermos presentes.

Frei Maurício Solfa

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Fraternos, alegres, orantes e anunciadores da paz e do bem! A identidade do Animador Vocacional das Paróquias Capuchinhas esteve muito presente em cada momento do Congresso Vocacional.  Identidade que se tornou expressão de “VIDA” em cada participante.             Como Filha da Caridade, me senti acolhida e pude vivenciar na prática que o amor une corações, torna realidade experiências de vida e de fé,  quando o objetivo último é a construção do Reino.

Louvo a Deus a oportunidade de participar deste momento celebrativo do Serviço de Animação Vocacional! Foi sem dúvida uma vivência impossível de expressar em palavras. Em cada detalhe, em cada celebração… em tudo foi possível perceber e sentir o zelo e a dedicação dos organizadores.

Minha gratidão ao Frei Maurício, assessor do SAV da Paróquia Nossa Senhora das Mercês pelo convite, assim como aos outros participantes, Marilene, Marlene e Rossi pela alegre convivência!

Ir. Neriuza Franco- Filha da Caridade

Congresso Vocac

Sobre o livro…

Conheci Maurício num momento rico em sua vida, onde buscava respostas. Juntos, através do vínculo que foi se formando com base numa genuína amizade, pudemos ver surgir o escritor que estava por se revelar.

Através do que me dizia e daquilo que não dizia, percebi possibilidades, potências que esperavam ter vida própria.

Sua história de vida gestou a sua arte e dela tem se utilizado para dar continuidade a esta história que hoje segue outros caminhos.

Sempre me impressionou seu espírito aberto, sua sede de sentido, sua dignidade e ousadia apesar de seu jeito discreto, quase tímido.

Um dia pensei: “Será um sacerdote especial, irá além…”

Maurício abriu seu coração, se libertou das correntes, ampliando sua tenda, superando os limites dos enquadramentos que sufocam a expressão da afetividade e criatividade.

Ainda tão novo nos dá de presente seu primeiro livro. Esperamos outros…

Ver na realidade aquilo que um dia percebemos como uma possibilidade, me fez acreditar mais ainda que construímos a vida que temos.

Podemos ser o que queremos e podemos fazer o que quisermos. Basta deixar-nos transformar…..

Maria Elizabeth Americano Valente

Psicóloga/Escritora

Adquira o livro pelo site: http://www.livrariascuritiba.com.br

Capa Livro - divulgacao

Biografia

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Maurício Aparecido Solfa nasceu em Rondon-Pr, no ano de 1977. Filho de Carlos e Aparecida. Sua irmã mais velha chama-se Rosimeire e o irmão mais novo, Fábio. Sua família sempre residiu no sítio, onde Maurício viveu até completar vinte e um anos, quando decidiu abraçar a vida religiosa, entrando para a Ordem Franciscana Capuchinha.
Sua família é muito religiosa. Assim, desde criança ele aprendeu a ir à Igreja e rezar com a família. Seu avô materno e um de seus tios eram catequistas. Manteve uma intensa ligação familiar com os avós, tios, tias, primos e primas, o que lhe proporcionou uma boa formação de base para a vida comunitária.
Gostava muito dos trabalhos da roça aos quais se dedicou desde cedo. Ajudava o pai
na colheita do café, do algodão, na limpeza da terra, nos cuidados da horta, do gado, na retirada do leite das vacas, e outros mais.
Sua família não imaginava que um dia ele fosse deixar a vida no campo, pois demonstrava sempre satisfação e alegria. Talvez, nem ele mesmo pensasse que isso viesse acontecer.
Certa vez, na escola em que estudava, sua professora de nome Laura, pediu aos alunos que escrevessem, numa folha, o que gostariam de ser quando crescessem. Maurício estava com dez anos. Ele escreveu: quero ser Padre. (mais…)

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